Que hei-de eu fazerEu tão nova e desamparadaQuando o amorMe entra de repenteP´la porta da frenteE fica a porta escancaradaVou-te dizerA luz começou em frestasSe fores a verEnquanto assim duraresSe fores amada e amaresDirás sempre palavras destasP´ra te terP´ra que de mim não te zanguesEu vou-te darA pele, o meu cetimCoração carmesimAs carnes e com elas sanguesÀs vezes o amorNo calendário, noutro mês, é dor,é cego e surdo e mudoE o dia tão diário disso tudoE se um dia a razãoFria e negra do destinoDeitar mãoÀ porta, à luz abertaQue te deixe libertaE do pássaro se ouça o trinoPor te quererVou abrir em mim dois espaçosP´ra te darEnredo ao folhetimA flor ao teu jardimAs pernas e com elas braçosÀs vezes o amorNo calendário, noutro mês, é dor,É cego e surdo e mudoE o dia tão diário disso tudoMas se tudo tem fimPorquê dar a um amor guaridaMesmo assimDá princípio ao começoSe morreres só te peçoDa morte volta sempre em vidaÀs vezes o amorNo calendário, noutro mês é dor,É cego e surdo e mudoE o dia tão diário disso tudoDa morte volta sempre em vida Sérgio Godinho, Ligação directa
ai,ai...O tio Godinho está como o vinho do Porto!
Boa semana cheia de amor!!!!Beijocas.
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2 comentários:
ai,ai...O tio Godinho está como o vinho do Porto!
Boa semana cheia de amor!!!!
Beijocas.
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